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Gameficação na gestão de pessoas

November 14, 2019

 

A contínua busca pelo engajamento dos alunos nas diversas disciplinas tem feito com que as escolas repensem as metodologias utilizadas em sala de aula, contexto em que a gameficação tem se mostrado uma iniciativa com bons resultados. Embora desenhar todo um ambiente de jogo para se adequar ao processo de aprendizagem possa tomar algum tempo, a tecnologia tratou de dar uma mãozinha, oferecendo plataformas educacionais que facilitam o processo.


Para quem não entende bem do as-sunto, vale ressaltar que a gameficação é a aplicação de princípios e elementos próprios dos jogos em um ambiente de aprendizagem, com a finalidade de influenciar o comportamento dos alunos, incrementando a motivação e favorecendo a participação ativa dos estudantes no processo.

 

POR QUE NÃO NO TRABALHO?
Se um dos pressupostos da gameficação é ter um objetivo a ser alcançado, o que já é feito nas salas de aula, é natural pensar que essa também é uma premissa dos postos de trabalho. Todos sabem que, em qualquer em-presa, existem metas a serem batidas, e que cada colaborador tem seus próprios desafios para superar. Nesse sentido, temos um ambiente propício para implementar elementos que estão pre-sentes nos jogos e, assim, tornar o es-paço de trabalho mais leve, divertido e, por que não, estimulante. 

Haverá, certamente, alguns ajustes a fazer nos tradicionais sistemas de gestão de pessoas, em especial no que toca ao treinamento, às avaliações de desempenho e ao sistema de incentivos e recompensas. Além disso, alinhamentos também deverão ocorrer para transformar as metas e objetivos em "fases" do desafio, trazendo consigo a possibilidade de implantar critérios de pontuação e de reconhecimento.
A adoção de elementos de gameficação, além do esforço individual, permite potencializar o trabalho em equipe, considerando que várias "missões" dependem de aliados parceiros cujo trabalho agrega valor ou complementa o que ‘ cada um produz.


PODE ISSO, ARNALDO? A REGRA E CLARA...
Para gameficar uma equipe de trabalho, uma área ou toda a estrutura de gestão, é preciso adotar alguns cuidados, a começar pelo entendimento claro das regras e dos desafios (objetivos e metas).
O sistema de pontuação, os critérios de incentivo e recompensas e até a utilização de avatares precisam ser bem compreendidos por todos. É importante que esses elementos estejam bem contextualizados, de maneira que as pessoas saibam o que pode e o que não pode.
Para os colaboradores, entender as diversas "fases" da sua trajetória profissional (aqui, o alinhamento é com o plano de carreira), assim como as habilidades necessárias para saltar de uma para outra (as competências a adquirir e os desafios a vencer) pode ser extremamente motivador. Nesse aspecto, modernizar antigas ferramentas de gestão de pessoas e introduzir novos conceitos são ações fundamentais.


MEDIR FAZ PARTE DO JOGO

Como acontece nos games, as ações devem ser medidas o tempo todo, e isso traz à tona a necessidade de transformar a velha avaliação de desempenho anual em algo dinâmico, com feedbackS rápidos, baseados na relação cliente e fornecedor internos. Dessa maneira, o colaborador sabe exatamente como está se saindo, permitindo ajustes de rota em tempo real.
Essa análise de rendimento, por sua vez, retroalimenta o sistema de treinamento, possibilitando trabalhar o desenvolvimento de competências de maneira individual, grupai e organizacional, como manda o figurino.


E COMO FAÇO ISSO?
É conveniente que processos como esses sejam desenhados com o suporte de mentores externos, pois isso ajuda a construir o movimento de mudança sem que haja dúvidas sobre a imparcialidade do sistema. O uso de oficinas com gestores e educadores é um bom começo para sensibilizar a equipe. A partir daí, o caminho é personalizar o projeto junto à direção, para que tenha o DNA de cada escola. Vamos construir um modelo para sua instituição? Fale conosco: contato@moviescola.com.br.

 

Fonte: Revista Linha Direta - outubro 2019

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