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Descrevendo o startupês

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Nossa economia está em constante mudança, o que não ocorre em um ou outro país; participamos da expansão e criação de novos conceitos de maneira global. Em tal contexto, aprendemos com frequência novos termos que se referem a uma nova maneira de fazer negócios e, devido à globalização, termos técnicos em outros idiomas. Quem nunca participou de um evento em que ouviu ou leu algo novo, ou mesmo aprendeu um termo novo?

 

Pensando nisso, elenquei alguns termos, talvez os mais utilizados no universo das startups. São conceitos que surgem e que todo empreendedor precisa saber para conviver e contribuir com o ecossistema, gerando maiores conexões.

 

Antes de mais nada, precisamos compreender a definição de startup, empresa que se caracteriza como um negócio imprevisível, que opera em ambiente de extrema incerteza, tendo base tecnológica, repetível e escalável.


O modelo de negócio é a estruturação dos principais elementos que explicam o funcionamento do negócio, trazendo in-formações relacionadas a clientes, custos, fontes de receita, atividades principais. É com ele que se consegue criar um bom plano de negócio (business plan).

 

O plano de negócios, por sua vez, traz pontos essenciais que devem ser levados em consideração. São eles:
1.    Sumário Executivo;
2.    Histórico;
3.    Produto;
4.    Concorrência;
5.    Marketing;
6.    Operação;
7.    Resultados e Projeções. 


Uma das figuras mais importantes em nosso ecossistema é o investidor-anjo
-    pessoa que possui ampla visão de negócios, enxergando oportunidade de investimentos mesmo com alto risco e, em troca, ficando com uma pequena parcela da startup.


É preciso falar também do seed, do inglês, semente, modalidade de investimento que ocupa posição de segundo nível, com valores entre R$500 mil e R$2 milhões, significativamente maiores do que o que aplicam os investidores-anjo. Por isso, o risco dessa modalidade é maior.
Há ainda o venture capital, terceira camada na escala de investimentos, na faixa entre R$2 milhões e R$10 milhões, que pode ser realizado por empresas de participações, fundos de investimentos ou até pessoas físicas. O foco do investidor é estimular o crescimento e direcionar a empresa para um novo patamar de vendas, fusão, expansão, abertura de capital ou até uma operação que necessite de um aporte considerável de recursos. 


O que difere o investidor-anjo do venture capital é que um investe em startups iniciais, e outro em startups que já estejam em um grau avançado de desenvolvimento e com maior faturamento.
Quando um fundo reúne recursos para investir em empresas consolidadas, temos um private equity. Tendo como foco o retorno financeiro, em médio ou longo prazo, com a venda, geralmente é formado por empresários com recursos próprios, investidores internacionais ou agências. 
Quando a empresa atinge determinado patamar de sucesso, ela caminha para o IPO, a sigla em inglês para initial public offering (oferta pública inicial, em português). Uma oferta pública inicial de ações é o momento em que a empresa abre seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores. Caso a demanda seja superior à oferta, haverá um rateio da quantidade de ações que cada participante do IPO irá receber.


Antes de chegar ao IPO, quando uma ideia se torna empresa, define-se seu capital social, o poder financeiro de uma empresa. Trata-se do montante investido pelos sócios quando o negócio ainda estava no início de suas atividades.
Até chegar a esses patamares, muitos outros pontos devem ser percorridos. O MVP, que significa mínimo produto viável, é uma versão inicial do produto ou solução, lançado em quantidade mínima de esforço e desenvolvimento. Após os resultados, mesmo que os negócios estejam indo bem, será preciso pivotar constantemente.


Pivotar deriva do inglês to pivot e dá nome à mudança radical no rumo dos negócios, independentemente do estágio em que se encontre, pois a qualquer momento pode ser necessário que tal processo seja realizado.


Dois termos muito confundidos são incubadora e aceleradora. Sim, suas definições são diferentes: uma incubadora é um projeto ou empresa que tem como objetivo a criação ou o desenvolvimento de pequenas empresas ou microempresas; e uma aceleradora tem por objetivo acelerar o crescimento de uma startup, geralmente se tornando sócia.


Por fim, a definição de pitch, que nada mais é do que uma maneira especial de contar histórias, engajando pessoas e missões com o que uma ideia ou negócio pode oferecer. Um pitch ideal deve conter especificamente informações sobre dor, autoridade, solução, mercado, Sistema Integrado de Monetização (SIM), a fase em que a startup se encontra e, por fim, qual oportunidade ela pode gerar.
Há outros termos que utilizamos em nosso ecossistema, e conhecê-los é um passo para a compreensão dessa nova economia que, a cada dia, se torna algo cotidiano, de maneira rápida, em inúmeros setores, até mesmo em empresas tradicionais que estão se abrindo ao novo.


Não podemos mais ficar sem compreender as mudanças que estão acontecendo. Em um próximo artigo, traremos o passo a passo para um pitch ideal. Bora,fazer!

 

Fonte: Revista LInha Direta / outubro-2019

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