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GESTÃO DO AMANHÃ

November 13, 2018

Autor dos best-sellers "Movidos por ideias” e “Gestão do Amanhã”, José Salibi Neto graduou-se pela Mo

ore School of Business, da Universidade (EUA), e obteve o MBA em International Business pela mesma instituição.
Aos 59 anos de idade, Salibi deixou a gestão da tradicional HSM para enfrentar novos desafios à frente da G2S, ao lado do empresário e também autor do livro “Gestão do Amanhã”, Sandro Magaldi.
A nova empresa tem como propósito ser advisor de organizações que precisam entender os rumos para passar pela transformação digital.
O momento dessa mudança na vida do empresário não poderia ser mais oportuno. Hoje, as empresas tradicionais coabitam com as startups, fintechs e ou-tras que trazem um modelo de inovações e rupturas. Essa nova era é conhecida como a 4ª Revolução Industrial, a mais abrangente, profunda e ampla da história. E, com essas mudanças, o modelo de gestão também precisa mudar.
Em conversa por email com a revista Escada, Salibi conta um pouco de sua experiência na área educacional, de como encarar este novo cenário e deixa várias reflexões (e algumas provocações) para gestores e educadores.


Em seu novo livro, Gestão do Amanhã, você fala em vencer a 4ª Revolução Industrial. Como isso atinge as empresas em geral, e principalmente as da área da educação?
 

JOSÉ SALIBI NETO - A 4ª Revolução Industrial já chegou e afeta todos os setores. Muitas pessoas não se deram conta disso e nem entendem o cenário que estamos vivendo. O mundo da Educação é um deles. Ficou parado no tempo e ensina os jovens a competir em um mundo que não existe mais. Os cursos e ementas continuam as mesmas. Outras habilidades são necessárias a ser ensinadas nas escolas. Programar, por exemplo.


Diante de tal revolução os gestores precisam se reinventar. O prazo de validade e a relevância das empresas está muito mais curto agora?
 

JS - Com certeza. A Lei de Moore mudou tudo (surgiu em 1965 através de um conceito estabelecido por Gordon Earl Moore. Tal lei dizia que o poder de processamento dos computadores - entenda computadores como a informática geral, não os computadores domésticos
-    dobraria a cada 18 meses). Por isso o mundo ficou cada vez mais rápido e vai continuar ficando de acordo com a Lei e as organizações e profissionais que não se reinventarem ficarão pelo caminho.

 

Hoje, empresas que estão em alta contando seus cases de sucesso para inspirar outros empresários são as do Vale do Silício, as startups, as fintechs. Elas trazem um frescor de ideias, mas não existe mais aquela longa e tradicional trajetória a ser contada. Podemos dizer que a expectativa de vida das empresas caiu? Como você enxerga esse novo cenário dos negócios?


JS - Imagine que mais da metade das maiores empresas do mundo, de acordo com a revista Fortune 500 no ano 2000, não existem mais. Isto é um fato que não pode ser ignorado e é o que tenta trazer o nosso livro “Gestão do Amanhã” com possibilidade de soluções concretas. As empresas que não tiverem a inovação e aprendizado constante na sua cultura ficarão pelo caminho. Não é possível mais competir reduzindo despesas.


De que forma essa revolução vai refletir na sala de aula que é a fonte onde sempre buscamos o conhecimento? Como o professor deve agir diante de alunos da era digital?


JS - Boa parte dos professores como nós conhecemos ficou obsoleta. Não conseguiram acompanhar a velocidade das mudanças e continuam a ensinar as mesmas coisas de sempre. Para mudar uma instituição é importante mudar os professores. Eles terão que estudar mais tecnologia, atuar mais no mercado, ter mais empresas dentro das escolas. Não dá mais pra se isolar.


No atual cenário da educação privada brasileira vemos os grandes grupos adquirindo escolas menores alegando a busca pela maior profissionalização. Você foi cofundador da HSM e seus vários braços; como enxerga esse movimento?


JS-Acho que estes grupos deveriam estar mais preocupados em desenvolver novas metodologias, novas tecnologias, aprender o que estão fazendo escolas como a Minerva, Hiper Island e Singularity University, por exemplo, ao invés de querer ganhar escala com o que já está ultrapassado.

 

Após deixar a gestão da HSM, agora você está a frente de uma nova empresa, aos 59 anos de idade. Sempre é tempo de mudar e de inovar?


JS - Sempre. Afinal, vamos viver cada dia mais. Apesar de ter sucesso em uma empresa, tive a humildade de aprender o que não sabia e começar novamente.
Hoje sou palestrante, consultor de empresas e carreiras e autor de livros e artigos. Vivo em Beta e fico sempre tentando me reinventar.

 

Fonte: Revista Escada Junho/Julho/Agosto 2018

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